quarta-feira, 14 de setembro de 2011

S&M

É melhor ser sádico ou masoquista na cama do que no trabalho. O sexo torna as "perversões" menos perigosas...mais divertidas!











segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Contos espirituais de Tolstói?


                                            
Onde existe amor, Deus aí está
Leon Tolstói



Contos espirituais de Tolstói? Mas... como pode ser isso? O leitor talvez fique intrigado, pois o que conhece de Tolstói são aqueles grandes romances que marcaram época – como "Anna Karenina" e "Guerra e paz", por exemplo – e que, ao mesmo tempo, por seu peso, importância e beleza, já pertencem a todas as épocas. Entretanto o mundo moderno desconhece os contos espirituais de Tolstói como parte de seu legado e herança literária. Escritos sob pretexto de buscar esclarecimentos para os problemas morais e religiosos de sua época e para o grande mistério pelo qual sempre fora fascinado – o sentido da vida – seus contos espirituais proporcionam momentos de incomparável riqueza, sabedoria e crescimento pessoal. Eles representam ficção da mais excelente qualidade: histórias criativas, cheias de imaginação, ricas em ensinamento, evocando em nosso íntimo o desejo de sermos melhor; histórias que nos fazem refletir sobre a necessidade de sermos coerentes, personagens que têm vida própria, uma visão de mundo rica, colorida, com sabor de realidade.

Todo o meu esforço canalizo para a vida...



                                               


Todo o meu esforço canalizo para a vida. Não para o equilíbrio, não para as certezas. Sigo suportando nas costas todo o peso da desesperança, pois que a esperança, é ridículo, dramático, que a humanidade ainda precise dela. 
Esperança em quê? Em remédios que curem?... Em poemas que se dão de mão em mão? E as cartas sem resposta? E os becos sem saída? E a nova hipocrisia?
E o deus-dinheiro que nos espreita a cada esquina?... E a áfrica? E a américa latina?...
E todas essas universidades e tantos analfabetos?...
Toda gente sabe a extensão da verdade: surpreendendo a paisagem esfomeada, o gatilho já não precisa do dedo de ninguém. 



Sobre o autor:
Artur Manuel do Cruzeiro Seixas nasceu em Lisboa em 1920. É pintor, escultor, ilustrador e poeta. Estudou na Escola Profissional de Arte António Arroio. Depois de um curto período expressionista-neo-realista, ligou-se definitivamente ao surrealismo.


O começo e o fim

O que será que procuramos nesse percurso? Avançamos, regredimos e as vezes tentamos mudar a direção.
 Será por isso que para alguns a vida anda tão complicada?

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

“ Que país é esse que junta milhões numa marcha gay, outros milhões numa marcha evangélica, muitas centenas numa marcha a favor da maconha, mas que não se mobiliza contra a corrupção? ”

(07/08/2011 Juan Arias, correspondente no Brasil do jornal espanhol El País)